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Noticias de la AIT

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Updated: hace 14 horas 37 mins

150° Aniversário da Fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores

Mié, 01/10/2014 - 09:05

A Primeira Internacional foi fundada em 28 de Setembro de 1864, em Londres. Reuniu vários grupos socialistas, anarquistas e comunistas que procuravam continuar a luta de classes através de uma organização internacional.

Desde o início houve debates e conflitos em relação à orientação da Internacional porque a mesma foi formada por organizações e pessoas com uma ampla gama de filosofias.

Os anarquistas, especialmente os mutualistas, encontravam-se em oposição perante os comunistas e, em geral, perante o estadismo. Mais tarde, a entrada dos anarquistas colectivistas dividiu permanentemente a Internacional em dois campos evidentes: os que apoiavam a existência de alguma forma de estado e aqueles que se opuseram.

Os anarquistas favoreciam a luta directa dos trabalhadores, argumentando que as ideias marxistas eram autoritárias e que, se um partido de tipo marxista chegasse ao poder, seria igualmente nocivo tal como os governantes contra os quais os trabalhadores lutavam.

A este respeito, os anarquistas demonstraram terem razão.

A Internacional dividiu-se em 1872 em duas correntes: a anarquista e a marxista, sendo que os marxistas expulsaram anarquistas proeminentes. Os anarquistas realizaram separadamente o seu próprio congresso, declarando as suas próprias ideias.

A Internacional não sobreviveu, mas os anarquistas tentaram reanimá-la várias vezes. Finalmente, no final do ano de 1922, a Associação Internacional dos Trabalhadores, a actual AIT, foi reavivada.

Contrariamente à primeira tentativa de criar uma internacional revolucionária, desta vez a AIT tomou uma posição clara desde o início contra as políticas vanguardistas. Rejeitando o papel do partido na libertação da classe trabalhadora, a AIT recusou as ideias do Partido Comunista, que procurava unir todas as organizações revolucionárias de trabalhadores sob a sua direcção e de acordo com os seus objectivos.

O primeiro princípio do sindicalismo revolucionário, que se encontra nos estatutos da AIT é que:
“O sindicalismo revolucionário, baseado na luta de classes, visa unir todos os trabalhadores em organizações económicas combativas, que lutem para se libertar do duplo jugo do capital e do Estado. O seu objectivo é a reorganização da vida social, com base no comunismo libertário, através da acção revolucionária da classe trabalhadora. Uma vez que apenas as organizações do proletariado são capazes de alcançar este objectivo, o sindicalismo revolucionário dirige-se aos trabalhadores na sua qualidade de produtores, criadores de riqueza social, para que estes possam criar raízes e desenvolverem-se entre eles, ao contrário dos sindicatos modernos de trabalhadores, que consideram que os trabalhadores são incapazes de reorganizar economicamente a sociedade.”

Alguns consideram que o legado da AIT remonta à fundação da Primeira Internacional , mas na realidade, a Primeira Internacional foi um falso início. Os objectivos daqueles que querem alcançar a mudança através do Estado ou de partidos vanguardistas revolucionários simplesmente não são os objectivos dos anarquistas, que entraram para a Internacional com optimismo, apenas para perceber no fim que existe um abismo imenso entre as duas ideias.

Hoje em dia, devido à relativamente fraca organização da classe trabalhadora em organizações revolucionárias, alguns acreditam que a solução encontra-se em unir os vários elementos da classe trabalhadora, ignorando a questão do Estado. Mas esta é a questão eterna que só pode virar-se contra nós de novo se não tivermos cuidado. O poder real de alguns partidos pode variar, mas a natureza do poder e da autoridade é essencialmente a mesma.

Por ocasião deste aniversário, dizemos : "Viva a AIT! A nossa AIT!"

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150 Aniversario de la Fundación de la Asociación Internacional de los Trabajadores

Dom, 28/09/2014 - 10:09

La Primera Internacional fue fundada el 28 de septiembre de 1864 en Londres. Agrupó a varios grupos socialistas, anarquistas y comunistas que buscaban dar continuidad a la lucha de clases a través de una organización internacional.

Puesto que la Internacional estaba compuesta por organizaciones y personas pertenecientes a un amplio rango de filosofías, el debate y el conflicto sobre la dirección de la Internacional estuvieron presentes desde el inicio. Los anarquistas, especialmente los mutualistas, se oponían a los comunistas y al estatismo en general. Después, la entrada de los anarquistas colectivistas en la Internacional, la dividió permanentemente en dos campos claros: los que apoyaban alguna forma de estado y los que se oponían.

Los anarquistas favorecían la lucha directa de los trabajadores. Argumentaban que las ideas marxistas eran autoritarias y que, si un partido de tipo marxista llegara alguna vez al poder, serían tan malos como los gobernantes contra los que estaban luchando los trabajadores.

A este respecto, los anarquistas demostraron estar en lo correcto.

En 1872, la Internacional se escindió en dos corrientes: la anarquista y la marxista, con los marxistas expulsando a anarquistas prominentes. Los anarquistas celebraron su propio congreso por separado, declarando sus propias ideas.

La Internacional no sobrevivió, pero los anarquistas intentaron resucitarla varias veces. Finalmente, a finales de 1922, la Asociación Internacional de los Trabajadores, la AIT actual, revivió.

Contrariamente al primer intento de crear una internacional revolucionaria, esta vez la AIT hizo, desde el principio, una declaración clara en contra de las vanguardias políticas. Rechazando el papel del partido en la liberación de la clase trabajadora, la AIT rechazaba las ideas del Partido Comunista, que buscaba unir a todas las organizaciones obreras revolucionarias bajo su ala, en persecución de sus metas.

El Primer Principio del Sindicalismo Revolucionario que aparece en los estatutos de la AIT es que:

“El sindicalismo revolucionario, basándose en la lucha de clases, aspira a unir a todos los trabajadores en organizaciones económicas combativas, que luchen para liberarse del doble yugo del capital y del estado. Su meta es la reorganización de la vida social en base al Comunismo Libertario, vía la acción revolucionaria de la clase obrera. Puesto que solamente las organizaciones económicas del proletariado son capaces de alcanzar este objetivo, el sindicalismo revolucionario se dirige a los trabajadores en cuanto a su capacidad de productores, creadores de riqueza social, para enraizarse y desarrollarse entre ellos, en oposición a los modernos partidos obreros que, declara, son incapaces de la reorganización económica de la sociedad”.

Algunos consideran que el legado de la AIT se remonta a la fundación de la Primera Internacional pero, en realidad, la Primera Internacional fue algo con un comienzo en falso. Las metas de aquellos que quieren alcanzar el cambio a través del estado o de la vanguardia/partido revolucionario simplemente no son las mismas metas que las metas de los anarquistas que entraron en la Internacional con optimismo, solo para darse cuenta finalmente del insuperable abismo entre las dos ideas.

Hoy en día, debido a la relativamente débil organización de la clase trabajadora en organizaciones revolucionarias, algunos creen que la solución yace en unir los diversos elementos de la clase trabajadora e ignorar la cuestión del estado. Pero ésta es una cuestión eterna y un tema que solamente puede volver para mordernos si no estamos atentos. El poder real de algunos partidos puede fluctuar, pero la naturaleza del poder y la autoridad es esencialmente la misma.

Con ocasión de este aniversario, podemos decir “¡Viva la AIT! Nuestra AIT”

(Foto: Bakunin y anarquistas en Basel, 1869)

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150 Anniversary of the Founding of the International Workingmen's Association

Dom, 28/09/2014 - 10:03

The First International was founded on September 28, 1864 in London. It brought together various socialist, anarchist and communist groups, which sought to forward the class struggle through an international organization.

Since the International consisted of organizations and people with a wide-range of philosophies, debate and conflict about the direction of the International was present from the start. The anarchists, especially the mutualists, opposed the communists and statism in general. Later, the entrance of collectivist anarchists into the International permanently divided it into two clear camps: those who supported the state in some way and those who were opposed.

The anarchists favoured direct struggle of the workers. They argued that the Marxists' ideas were authoritarian and if a Marxist type party ever came to power, they would be as bad as the rulers that the workers were fighting against.

The anarchists, in this respect, were proven correct.

In 1872, the International split into two currents: the anarchist one and the Marxist, with the Marxists expelling prominent anarchists. The anarchists held their own separate Congress, declaring their own ideas.

The International did not survive, but anarchists attempted to revive it several times. Finally, at the end of 1922, the International Workingmen's Association, the current IWA, was revived.

Unlike the first attempt to create a revolutionary international, this time the IWA made a clear stance against political vanguards from the very beginning. Rejecting the role of the party in the liberation of the working class, the IWA refused the ideas of the Communist Party, which sought to unite all revolutionary worker's organizations under its wing, according to their goals.

The first Principle of Revolutionary Unionism which is found in the IWA statutes is that:

„Revolutionary unionism, basing itself on the class struggle, aims to unite all workers in combative economic organizations, which fight to free themselves from the double yoke of capital and the State. Its goal is the reorganization of social life on the basis of Libertarian Communism via the revolutionary action of the working class. Since only the economic organizations of the proletariat are capable of achieving this objective, revolutionary unionism addresses itself to workers in their capacity as producers, creators of social wealth, to take root and develop amongst them, in opposition to the modern workers’ parties, which it declares are incapable of the economic reorganization of society.”

Some consider the IWA's legacy to go back to the founding of the First International, but in reality, the First International was something of a false start. The goals of those who wish to achieve change through the state or the revolutionary vanguard/party are simply not the same as the goals of the anarchists who went into the International with optimism, only to realize the unbridgeable chasm between the 2 ideas in the end.

Nowadays, due to the relatively weak organization of the working class in revolutionary organizations, some believe that the solution lies in uniting the various elements of the working class and ignoring the question of the state. But this is an eternal question and an issue which can only come back to bite us if we are not vigilant. The actual power of some parties may fluctuate, but the nature of power and authority is essentially the same.

On the occasion of this anniversary, we can say, „Long live the IWA! Our IWA”

IWA General Secretary

(pictured: Bakunin speaking at the 1869 Basel Congress of the IWMA)

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Fin del conflicto con el Banco de Santander, ISBAN y Panel Sistemas… pero la lucha continúa

Vie, 26/09/2014 - 18:01

Durante el último año, nuestros compañeros de la CNT han estado en conflicto con las empresas mencionadas, que subcontratan trabajadores de IT para evitar la contratación directa por parte del Banco de Santander y de algunas otras compañías. ISBAN es propiedad del Banco de Santander y se usa para evitar la contratación directa. De esta manera, alrededor de 10.000 trabajadores se ven forzados a trabajar en condiciones más precarias. Nuestro compañero del Sindicato de Trabajadores de IT de Madrid fue despedido después de llamar la atención sobre los problemas y de intentar organizarse.

La CNT organizó acciones por toda España y la AIT lo hizo por todo el mundo. Varias diferentes organizaciones y compañeros tomaron también parte en las acciones de solidaridad que tuvieron lugar en 15 países.

Entendemos que las acciones de solidaridad hicieron mucho a la hora de ayudar. Se nos ha informado de que se ha alcanzado una resolución en el caso del compañero individual y que la compensación económica es mucho mayor de lo habitual. Estamos seguros de que ello es resultado de la campaña de solidaridad.

Después de más de un año, nuestro compañero se ha trasladado a otra ciudad y a otras cosas. Así que ha decidido que no le gustaría volver a su antiguo empleo.

Podemos considerar esto como una victoria personal para el trabajador, pero el problema mayor continúa en la empresa. Nuestros compañeros trabajadores de IT de España están luchando en general contra este tipo de condiciones laborales y les deseamos lo mejor en su lucha.

Nuestro compañero señala que está muy contento de que los resultados alcanzados se deban a la acción directa y la presión internacional. Espera que este conflicto pueda servir como ejemplo de nuestra forma de trabajar, basada en la solidaridad y que muestra que la AIT es una herramienta efectiva para los trabajadores que quieran luchar contra las corporaciones multinacionales.

Damos las gracias a todos los compañeros que han mostrado su solidaridad en este caso.

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End of Conflict with Santander Bank, ISBAN and Panel Sistemas... but the struggle continues

Vie, 26/09/2014 - 17:54

For the past year, the our comrades from the CNT have been in conflict with the above companies which outsource IT workers to avoid direct contracting for Santander Bank and some other firms. ISBAN is owned by Santander Bank and is used to avoid direct hiring. In this way, about 10,000 workers are forced to work in more precarious conditions. Our comrade from the IT Workers Union in Madrid was fired after calling
attention to the problems and trying to organize.

The CNT organized actions around Spain and the IWA around the world. A few other organizations and comrades also took part in solidarity actions that were held in 15 countries.

We understand that the solidarity actions did a lot to help! We have been informed that a resolution has been reached in the case of the individual comrade and that the economic compensation is much greater
than normal. We are sure that this is a result of the solidarity campaign.

After more than one year, our comrade has already moved on to another city and other things. Therefore, he decided he would not like to return to his old job.

We can consider this to be a personal victory for the worker, but the larger problem in the company remains. Our comrade IT workers in Spain are fighting in general against these types of working conditions and we wish them the best in their struggles.

Our comrade points out that he is very happy that the results achieved were due to direct action and international pressure. He hopes that this conflict can serve as an example of our way of working, which is
based on solidarity and show that the IWA is an effective tool for workers who want to fight against multinational corporations.

We thank all the comrades who have shown solidarity in this case.

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Problémy v práci? – medzinárodná konferencia o riešení problémov na pracovisku

Mar, 23/09/2014 - 19:14

V sobotu 11. októbra sa v bratislavskom komunitnom centre Zora uskutoční konferencia zameraná na úspešné príklady riešenia problémov s nevyplatenou mzdou, nelegálnym prepustením a ďalšími problémami na pracoviskách bez spoliehania sa na klasické odborové organizácie či zdĺhavé a drahé súdne spory. Na akcii, ktorú organizuje zväz Priama akcia (slovenská sekcia Medzinárodnej asociácie pracujúcich; MAP), sa zúčastnia pracujúci z organizácií v Británii, Poľsku, Rakúsku, Českej republike a na Slovensku. Vstup na konferenciu je voľný. Na mieste bude zabezpečené vegánske občerstvenie.

PROGRAM KONFERENCIE:

13:30 - 14:30 Mostecká solidární síť (MSS) – Pohľad do praxe MSS
www.mss.alerta.cz
Mostecká solidární síť je malá skupina, ktorá sa sformovala s cieľom zapojiť sa do špecifických foriem triedneho boja v prostredí, kde zatiaľ neexistujú štruktúry masového hnutia. Na začiatku bol obdiv k praxi Seattle Solidarity Network a túžba riešiť problémy priamymi akciami na pracoviskách a v komunite. Prednáška člena MSS sa bude týkať jednotlivých fáz, ktorými organizácia prešla, a prekonávania počiatočného pesimizmu a nedôvery. Spomenie formovanie skupiny, budovanie zázemia, propagačnú stratégiu, prvé boje, víťazstvá a rast skupiny, čo súvisí so získavaním skúseností a sebavedomia. Reč bude však aj o chybách a limitoch a úsilí o ich prekonávanie.

14:45 - 15:45 Priama akcia (PA) – Kto je Priama akcia a aké zistenia prinieslo 6 mesiacov aktivity Problémy v práci?
www.priamaakcia.sk
Členovia zväzu Priama akcia (PA) budú hovoriť o vývoji organizácie a jej aktuálnej činnosti. PA vznikla v roku 2000 bez toho, aby mala na čo nadviazať. Podobná organizácia na Slovensku dovtedy neexistovala, takže všetko sa budovalo od základov. Prezentácia sa bude venovať činnosti v posledných rokoch s dôrazom na aktivitu, ktorá sa začala v apríli 2014 pod názvom „Problémy v práci.“ Návštevníci sa dozvedia o problémoch, kvôli ktorým ľudia prevažne v Bratislave kontaktujú PA, a o tom, ako na ne organizácia reaguje.

16:00 - 17:30 Solidarity Federation (SF) uvádza Brighton Hospitality Workers – Sieť pracovníkov zamestnaných v odvetví spojenom s ubytovaním a stravovaním

www.solfed.org.uk
BHW vznikla na podnet lokálnej skupiny Solidarity Federation v Brightone. Išlo o reakciu na rozšírené zlú situáciu pracovníkov (často prisťahovalcov) v odvetví zameranom na ubytovanie a stravovacie služby. BHW každý týždeň uskutočňujú propagačné aktivity, počas ktorých informujú pracovníkov priamo vo firmách o ich právach, rozdávajú letáky na rušných miestach, vďaka infostánku v meste šíria právne informácie, a zároveň zlepšuje kontakty s pracovníkmi v miestnych službách. Výsledkom týchto aktivít je, že pracujúci sa začali organizovať a priamymi akciami sa im podarilo vyhrať niekoľko sporov. Doteraz sa BHW angažovali v siedmych sporoch a ani jeden neprehrali. Aj keď ide o skromné výsledky, kampaň je dôkazom, že ak človek bojuje, dá sa zvíťaziť. A to si v Brightone začínajú všímať pracujúci aj šéfovia.

17:30 – 18:00 Prestávka na občerstvenie

18:00 - 19:30 Związek Syndykalistów Polski (ZSP) uvádza „Keď konáme, dosiahneme svoje“
http://www.zsp.net.pl
Związek Syndykalistów Polski je anarchosyndikalistický zväz z Poľska. Hoci nejde o veľkú organizáciu, dokáže sa do istej miery úspešne angažovať v sporoch pracujúcich. Členka ZSP porozpráva o taktikách, ktoré ZSP používajú, aby vyhrali spory. Nie každý spor sa však dá ľahko vyhrať. Prezentácia priblíži nielen posudzovanie sporov, ale aj organizovanie sa na pracovisku a ďalšie kampane. Zámerom bude preskúmať, do akého typu aktivít by sa mohli zapájať anarchosyndikalistické organizácie, aby ich voľba a plán rozvoja činnosti v organizácii boli realistické. Pozornosť bude venovať aj rozličným stránkam anarchosyndikalistického organizovania, napríklad rozširovaniu vplyvu na pracoviskách a v špecifických odvetviach či zlepšeniu povedomia o organizácii. Poslednou témou bude vysvetlenie, v čom sú ZSP iní v porovnaní s odborovými organizáciami hlavného prúdu a aké plusy to môže prinášať pre pracujúcich, ale aj pred akými výzvami momentálne stojí zväz v Poľsku.

Zúčastnené organizácie:
Priama akcia (MAP – Slovensko)
Solidarity Federation (MAP – Británia)
Związek Syndykalistów Polski (MAP – Poľsko)
Mostecká solidární síť

Facebook event: https://www.facebook.com/events/1550041361892433/

Mapa:
https://www.google.sk/maps/place/Okru%C5%BEn%C3%A1+3565%2F1,+821+04+Bratislava/@48.1676322,17.1548372,16z/data=!4m2!3m1!1s0x476c8ed90ee83ee1:0x8bbd8b0ad4d8b293

Plagát na stiahnutie (PDF)
Samolepka na stiahnutie (PDF)

Tešíme sa na stretnutie!

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Správa o činnosti Priamej akcie – MAP Slovensko za rok 2013

Mar, 23/09/2014 - 19:11

Prinášame súhrn činnosti Priamej akcie za rok 2013. Jednou z najdôležitejších udalostí minulého roka bolo aktívne zapojenie sa PA do sporu s korporáciou Zepter International s úspešným koncom. Do značnej miery sme sa venovali aj solidarite so zväzmi združenými v Medzinárodnej asociácii pracujúcich (MAP). Organizáciu sme mali možnosť predstaviť na rôznych domácich aj zahraničných podujatiach. Naďalej prebiehali pravidelné stretnutia v Bratislave a pracovná skupina Nakladateľstvo bod zlomu vydala dva nové tituly.

SOLIDÁRNE AKTIVITY – SPORY NA SLOVENSKU

Po oslovení kamarátmi z Mosteckej solidárnej siete (MSS) sme sa zapojili do sporu o dlžnú mzdu bývalej mandatárky firmy Zepter. Spoločne sme prediskutovali taktiku, pomohli zostavením e-formulára na posielanie protestných e-mailov cez web PA a vyzvali sekcie MAP k podpore sporu (viaceré z nich sa zapojili formou e-mailov alebo publikovaním informácií na svojich webstránkach). Po protestných akciách MSS a PA pred pobočkami Zepter v ČR a SR sa firma vzdala a vyplatila dlžné peniaze.

Členovia Priamej akcie navštívili pred Úradom vlády SR stanové mestečko zdravotných sestier, ktoré medzi 2. a 4. októbrom takouto formou poukázali na nesplnenie mzdových a ďalších požiadaviek. Podporu sme im vyjadrili v osobných rozhovoroch a neskôr aj na našom webe.

Aj v tomto roku sme boli v kontakte s viacerými ľuďmi, pracujúcimi cez agentúru OTTO Work Force, ktorí mali problém na pracovisku. Hoci pracovníci nakoniec nevyšli do sporu, v jednom prípade bol výsledkom aspoň článok o skúsenostiach. Išlo o opakujúce sa problémy s ubytovaním a prácou, ktoré nezodpovedajú sľubom agentúry. Kampaň proti praktikám OTTO Work Force sa začala v roku 2011 za účasti organizácií v Holandsku (Vrije Bond), Poľsku (Zväz syndikalistov Poľska) a na Slovensku (Priama akcia). Na webe kampane http://otto.zsp.net.pl sú v šiestich jazykoch informácie o predchádzajúcich bojoch pracovníkov, ako aj užitočné rady.

Okrem týchto aktivít sme sa venovali niekoľkým prípadom problémov na pracovisku, ktoré však neprerástli do otvoreného sporu.

PREZENTÁCIA NAŠICH POSTOJOV A PROPAGÁCIA

Začiatkom januára sa naši členovia zúčastnili medzinárodnej konferencie v Londýne pri príležitosti 90. výročia MAP. Okrem nich na podujatí vystúpili členovia francúzskej Národnej konfederácie práce (CNT), nemeckého Zväzu slobodných pracujúcich (FAU) a britskej Federácie solidarity (SF), Naša prezentácia sa zamerala na špecifický vývoj organizácie v krajine bez anarchistickej tradície.

Vo februári sme sa na našej webstránke pokúsili o zhodnotenie štrajku v školstve, ktorý sme podporovali.

V marci sme uverejnili kritický článok k slovenskému portálu Indymedia, ktorý zverejnil viacero nacionalistických článkov a textov, ktoré podnecujú protirómske nálady.

V apríli sme sa v Prahe zúčastnili Anarchistického festivalu knihy. V rámci prezentácie o našej pracovnej skupine Nakladateľstvo bod zlomu sme sa podelili o proces, ktorým prechádzajú naše publikácie od ich výberu cez prípravu textu a kolektívnu prácu na ňom až po grafickú úpravu.

V máji sme prezentovali činnosť PA na akcii v Bratislave s názvom Stierajme rozdiely, vytvárajme alternatívy. Hovorili sme hlavne o riešení problému na pracovisku, ktorý sa týkal nášho člena.

PA a MAP sme prezentovali aj na letných festivaloch Ffud fest v Seredi a Skapalpes fest v Trebišove. Prezentácie mali podobný obsah ako v Bratislave a v oboch prípadoch prebiehala živá diskusia.

Publikačná činnosť

V marci sme v rámci kampane „Ideš na brigádu?“ aktualizovali brožúru o skúsenostiach z brigádnickej práce, konkrétne časti súvisiace so zákonmi, a pridali skúsenosť brigádničky z práce vo Volkswagene. Viac o kampani na http://www.priamaakcia.sk/kategoria/brigady alebo FB https://www.facebook.com/IdesNaBrigadu.

Vydali sme brožúru „Kolektív Workmates“ od Solidarity Federation (MAP Británia), ktorá zhŕňa skúsenosti člena SF s organizovaním sa v londýnskom metre. Publikácia opisuje vývoj kolektívu Workmates s dôrazom na jeho úspechy a neúspechy, ako aj radikálne demokratickú metódu organizovania sa, nápadité spôsoby boja a kreatívne formy priamych akcií.

Ďalšou publikáciou bol preklad diskusie o participatívnej spoločnosti a libertínskom komunizme. Text sme obohatili o viacero vysvetľujúcich poznámok. Ide o hodnotnú debatu člena SF za portál libcom.org a člena Project for a Participatory Society.

SOLIDÁRNE AKTIVITY – SPORY MEDZINÁRODNEJ ASOCIÁCIE PRACUJÚCICH (MAP)

V apríli podporili členovia PA a ďalší aktivisti boj pracujúcich v Španielsku proti plánu firmy ALSTOM, ktorá chcela zatvoriť tri továrne a prepustiť takmer 400 ľudí. Uskutočnila sa návšteva bratislavskej pobočky a na webe sme vytvorili formulár na posielanie protestných mailov podporujúcich boj zväzu CNT-Zamora (MAP Španielsko).

V júni sme navštívili Veľký Meder, kde sme vyjadrili podporu CNT-Aranjuez v spore proti firme Esymo Metal, ktorá je majetkovo prepojená s firmou Gestamp (na Slovensku prevzala firmu Edscha). Akcia bola súčasťou medzinárodných solidárnych aktivít vyhlásených CNT s cieľom dosiahnuť znovuzamestnanie člena CNT a doplatenie dlžnej mzdy.

V rámci medzinárodnej výzvy k akciám sme podporili aj členov FAU-Berlín (MAP Nemecko) pracujúcich v nadácii Heinrich Böll Stiftung, ktorí sa postavili proti zamestnávaniu cez pracovné agentúry. V pražskej pobočke bol 4. septembra odovzdaný protestný list Priamej akcie. O dva dni neskôr nasledoval fax do centrály v Nemecku.

V septembri sme na základe výzvy od FORA (MAP Argentína) faxmi a e-mailami (do Argentíny a Nemecka) protestovali proti prepusteniu Evy Lopez z firmy GfK.

V rovnakom mesiaci sme navštívili Poľské veľvyslanectvo v Bratislave a vyjadrili protest proti neoliberálnych reformám, proti ktorým vystupuje ZSP (MAP Poľsko).

Poslaním faxu do pobočky banky Santander v Prahe sme v októbri podporili výzvu k solidarite od CNT-Madrid ohľadom prepusteného člena CNT vo firme Isban (IT firma, ktorú vlastní skupina banky).

Na základe výzvy ASI (MAP Srbsko) sme v októbri poslali maily a faxy na podporu zamestnancov srbskej firmy Termoelektro, ktorých si najala rakúska firma Kresta na prácu v Uruguaji. Pracovníci nedostali mzdu za odvedenú prácu a namiesto pracovných víz obdržali iba turistické, čo im spôsobilo ďalšie problémy.

V novembri sme faxom podporili člena CNT-Villaverde prepusteného z firmy REDUR (patriacej pod sieť EUDORIS) za odborovú činnosť. E-mail dorazil aj do slovenskej firmy In Time, ktorá patrí do tej istej siete.


STRETNUTIA

Ako každoročne, aj v minulom roku prebehli dve celoorganizačné stretnutia, na ktorých sme sa okrem iného rozhodli spustiť aktivity s názvom Problémy v práci (problemyvpraci.priamaakcia.sk).

V Bratislave sa konali pravidelné otvorené stretnutia (v roku 2013 ich bolo viac ako 15), na ktorých sa venujeme témam spojeným s problémami na pracoviskách a činnosťou PA.

V decembri sa delegáti PA zúčastnili kongresu MAP v Španielsku.

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Podujatia MAP v Hongkongu a na Taiwane s účasťou zväzu Priama akcia

Mar, 23/09/2014 - 18:59

Počas prvých augustových týždňov sa v Hongkongu a v taiwanskom Tchaj-peji konali prezentácie a diskusie o anarchosyndikalizme, ktoré boli výsledkom spolupráce Medzinárodnej asociácie pracujúcich (MAP) a miestnych aktivistov. Niektoré sekcie MAP vyslali svojich delegátov, iné využili možnosť videokonferencií. Okrem anarchosyndikalistických princípov sa hovorilo aj o histórii a fungovaní MAP a organizovaní sa v praxi. Členovia sekcií spomenuli aj množstvo príkladov úspešných priamych akcií.

Prezentujúci priblížili okolnosti konkrétnych kampaní – od masových protestov v Brazílii cez družstvá v Španielsku až po hnutie nájomníkov v Poľsku. Priama akcia hovorila o najdôležitejších fázach svojho vývoja, pričom v diskusiách najviac rezonovala téma štafetového štrajku v školstve v roku 2012, otázka vplyvu subkultúr na organizovanie sa a naša aktivita s názvom Problémy v práci?

Po každej prezentácii nasledovala diskusia, čo prispelo k výmene skúseností a lepšiemu spoznaniu situácie nielen v krajinách, kde pôsobia sekcie MAP, ale aj v Ázii. Okrem prezentácií sa uskutočnili aj samostatné stretnutia venované špecifickým témam, napríklad skúsenostiam z boja proti gentrifikácii (nákup nehnuteľností a následné vytláčanie chudobnejších vrstiev obyvateľstva z určitých mestských štvrtí zvyšovaním nájomného, cien bytov a domov a pod.), do ktorých sa zapájajú niektorí aktivisti z Hongkongu.

Miestni organizátori hodnotia podujatia pozitívne a radi by pokračovali v dialógu. Nasledovať by mali publikácie určené pre ľudí v regióne.

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Victoria en el conflicto contra Aldeas Infantiles y constitución de sección sindical

Mar, 23/09/2014 - 11:14

El 7 de febrero de 2014, nuestro compañero de la CNT, educador social, fue despedido por ALDEAS INFANTILES SOS de Cataluña. Había empezado a observar varios violaciónes de derechos de los trabajadores, incluyendo horas extras no pagadas, problemas con la utilización vacaciones, algunos violaciónes de las normativas de salud laboral , etc, etc Él intento hablar con la empresa, denunciando estas irregularidades y exigiendo que no se sigan produciendo mas. También denunció la situación a la inspección de trabajo.  Pocos días después fue despedido. La CNT y la AIT considera que el despido fue una represalia por el trabajador quien insistió que el empleador cumpla con la normativa. Acciones se llevaron a cabo a nivel nacional y la solidaridad se mostró a nivel internacional por las Secciones de la AIT. Nos complace informar que recientemente el compañero fue readmitido en su puesto de trabajo.

Según sentencia del Juzgado de lo Social nş18 de Barcelona, se considera el despido del compańero como nulo por vulneración de derechos fundamentales y se condena a la ONG a readmitir al trabajador en su mismo puesto, condiciones y funciones, abonándole los salarios de tramitación desde la fecha del despido, además de una indemnización de 6.000€.

De momento, la reincorporación se ha hecho efectiva, así como el pago de los salarios de
tramitación, si bien, las cantidades no cuadran y han de ser revisadas en
ello está el compańero. Aldeas Infantiles ha decidido recurrir al Tribunal Superior de Justicia, por lo que la indemnización está bloqueada en los juzgados.

No hay acuerdo de momento en cuanto a las vacaciones a deber, ya que consideramos que corresponde al compańero disfrutarlas todas, mientras que la entidad opina que solo los días proporcionales a partir de la readmisión. Se está dialogando, de manera que no haya que llevar la cuestión a más. Si se ve como positivo el cambio por parte de la ONG, del contrato, de obra y servicio a indefinido, del compańero.

Habiendo charlado con algunas trabajadoras el día de su reincorporación, se han podido observar ciertas mejoras superficiales en las circunstancias de trabajo diario; éstas se han producido gracias al conflicto iniciado por la ONG tras las denuncias del compańero a Inspección de Trabajo y, sobre todo, la acción directa desarrollada. Queda mucho, de todas formas, por hacer y por reivindicar, lo cual se hará a través de la creación de una sección sindical y la capacitación sindical de la plantilla.

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Victory in the conflict against SOS Children's Village and Creation of Union

Mar, 23/09/2014 - 10:48

On February 7, 2014, our comrade from CNT in Spain was dismissed from his job as educator at an SOS Children´s Village in Catalonia. He had begun to observe various violations of workers rights including unpaid overtime, not being able to use vacation time, some health and safety violations, etc. etc. He tried to get the employer to comply with norms and also informed the work inspection of these violations. A few days later he was fired. The CNT and the IWA consider that the dismissal was retaliation for the worker insisting that the employer comply with regulations. Action were held on the national level on Spain and solidarity was shown internationally by the IWA Sections. We are pleased to inform that recently this comrade was reinstated in his job.

According to the decision of the Barcelona Labor Court no18, our comrade's firing is considered to be void due to violation of his fundamental rights and the NGO was ordered to reinstate him to his workplace, with the same functions and conditions, giving him back pay from the date of the firing and an additional €6,000 compensation.

For now, the reinstatement has been made effective, as has the back pay payment, although the amounts don't seem quite right and are being double checked by our comrade. SOS Children's Village has decided to appeal the sentence so the compensation is blocked in the courts.

There is no agreement yet on the vacation time owed, as we believe our comrade has a right to enjoy all of it while the organization thinks it only owes the time accrued from the day of the reinstatement. Negotiations are ongoing so that this won't escalate.

The worker's contract has changed from temporary to permanent, which we see as a great
improvement.

After talking to other workers on the day of the reinstatement, some superficial improvement of work conditions is apparent; these have occurred thanks to the conflict initiated after our comrade's complaints and specially the direct actions taken. There's still a lot to do though, that's why the CNT is creating a union section there.

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Gran despedida anarcosindicalista a Emilio Botín

Mar, 16/09/2014 - 21:00

Un día después de la muerte del banquero, la Asociación Internacional de los Trabajadores y grupos afines realizan decenas de acciones de boicot contra banco Santander, Isban y Panel Sistemas en España, Alemania, Reino Unido, Portugal, Argentina, Polonia, México y Noruega.

El próximo 29 de septiembre está programado el juicio por despido nulo en los juzgados de Madrid. Pase lo que pase entonces, la acción directa ha demostrado a lo largo del conflicto ser el arma más poderosa de la clase trabajadora.

El 19 de agosto de 2013 se constituía la sección sindical de la CNT-AIT en Isban-Banco Santander. Esta agrupación de trabajadoras precarias se atrevía a denunciar pública y judicialmente la cesión de trabajadores entre Panel Sistemas (empresa "cárnica" de servicios informáticos) e Isban (propiedad del todopoderoso Grupo Santander).

El tráfico de mano de obra afecta a cerca de 10.000 trabajadoras de Isban en todo el mundo, que no son reconocidas como empleadas del Grupo Santander pese a trabajar en sus instalaciones, con sus materiales y bajo las órdenes de su directiva.

Panel Sistemas y decenas de empresas "cárnicas", se lucran alquilando trabajadoras como si fueran mercancías o, como ellas mismas denominan, "recursos". De esta forma los despidos le salen prácticamente gratis al Grupo Santander.

Esto genera un clima de miedo al despido que facilita que se acepte la realización de horas extra gratuitas, jornadas de trabajo interminables, desplazamientos obligatorios (incluso al extranjero), categorías y salarios por debajo de las funciones desempeñadas, así como la sumisión absoluta a la incompetente jerarquía de Isban-Banco Santander.

Tras varias semanas de lucha en la empresa, el delegado de la sección de la CNT-AIT es despedido por Isban-Banco Santander y enviado a trabajar a las oficinas de Panel Sistemas. Esto provoca que el conflicto se extienda, incluso a otros países, gracias a la solidaridad de la Asociación Internacional de Trabajadores.

Durante 6 meses la directiva de Panel Sistemas mantiene la presión hacia el trabajador en su nuevo puesto de trabajo, intentando que abandone la empresa y que cese la reivindicación de mejoras para la plantilla. En la calle continúan las acciones contra Isban, Banco Santander y Panel Sistemas, que sufren una campaña de boicot internacional en la que participan decenas de sindicatos revolucionarios de todo el planeta.

Tras la constitución de una asamblea independiente de trabajadoras de Panel Sistemas que protestan contra los recortes de salario, el delegado de la CNT-AIT es definitivamente despedido bajo la excusa de una mala situación económica.

Pese a este golpe represivo la campaña de boicot se intensifica. Se han llevado a cabo acciones solidarias de difusión en hasta 15 países diferentes (España, Portugal, Francia, Reino Unido, Alemania, Noruega, Polonia, Eslovaquia, Rusia, Brasil, Argentina, Uruguay, Estados Unidos de América, Chile y México).

Las concentraciones y acciones dentro del estado español se cuentan por docenas (Albacete, Alcorcón, Alicante, Almendralejo, Aranda de Duero, Aranjuez, Arnedo, Ávila, Barcelona, Boadilla del Monte, Boñar, Burgos, Cádiz, Camp de Morvedre, Candás, Chinchilla de Montearagón, Ciudad Rodrigo, Donostia, Elx, Gijón, Granada, Guadalajara, Huesca, Iruña, Jerez, La Bañeza, Lasarte-Oria, León, Madrid, Mérida, Miranda de Ebro, Motril, Ontinyent, Oviedo, Pilar de la Horadada, Pineda de Mar, Pontevedra, Pozuelo de Alarcón, Rivas, Sagunt, Salamanca, San Pedro del Pinatar, Santa Perpetua, Santander, Tarragona, Toledo, Villar, Vigo, Zaragoza).

Mientras tanto, las empresas y la prensa oficial guardan un asombroso silencio al respecto.

La anarcosindical exige la readmisión del trabajador despedido en su puesto de trabajo y el fin del tráfico de trabajadoras. Además informa de los "trapicheos" y desmanes del Grupo Santander (centenares de despidos, evasión de impuestos, compra irregular de bancos como Banesto o Totta, hundimiento y posterior rescate de Bankia, indemnizaciones millonarias a cargos directivos, el caso de las cuentas suizas de la familia Botín, la venta de hipotecas y valores basura, los desahucios y la especulación inmobiliaria, el cobro de intereses abusivos, los negocios turbios con universidades, la participación en empresas de armamento o la gestión financiera del terrible sistema penitenciario español).

Mientras exista explotación y desigualdad vamos a dar la cara, unidas entre iguales y sin subvenciones ni dirigentes de ningún tipo. En lucha por nuestra dignidad y emancipación. Hacia la Revolución Social.

Fotografias aqui: http://informaticamadrid.cnt.es/articulo/16-09-2014/gran-despedida-anarc...

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Great anarcho-syndicalist farewell to Emilio Botín

Mar, 16/09/2014 - 20:52

Just one day after the banker's death, the International Workers Association and affinity groups call for dozens of boycott actions against Santander Bank, Isban and Panel Sistemas in Spain, Germany, UK, Portugal, Argentina, Poland, Mexico and Norway.

The trial for wrongful dismissal is set on the next September 29th in Madrid. Whatever happens, direct action has shown to be the working class's strongest weapon along the conflict.

A CNT union section was formed in Isban-Santander Bank on August 19th, 2013 at Madrid. This group of precarious workers denounced illegal trafficking of staff from Panel Sistemas to Isban.

More than 10,000 workers around the world are affected. They are not considered Isban workers, although they work for Isban in its facilities, with their tools and under their managers' orders.

Panel Sistemas and dozens of "meat traders" companies benefit from workers renting. This way, Santander Bank has free sacking whenever they want.

This makes workers accept free overtime, neverending working days, and depreciated salaries.

After several weeks of fight in the company, the CNT delegate is fired by Isban-Santander Bank and sent to work at Panel Sistemas offices. The conflict spreads thanks to the solidarity of the International Workers Association.

During six months, Panel Sistemas managers keep pressing the worker at his new workstation, trying to make him stop claiming for decent working conditions for the staff. At the street, an international boycott campaign against Isban, Santander Bank and Panel Sistemas is supported by dozens of revolutionary unions worldwide.

An assembly of independent workers is formed in Panel Sistemas to protest against the salaries decrease. Just after this, the CNT union delegate is definitively fired because of economic causes.

Despite this repressive attack, the boycott campaign keeps growing. Actions take place in 15 different countries (Spain, Portugal, France, UK, Germany, Norway, Poland, Slovakia, Russia, Brazil, Argentina, Uruguay, United States of America, Chile and Mexico).

Dozens of pickets and actions are carried out inside the spanish state (Albacete, Alcorcón, Alicante, Almendralejo, Aranda de Duero, Aranjuez, Arnedo, Ávila, Barcelona, Boadilla del Monte, Boñar, Burgos, Cádiz, Camp de Morvedre, Candás, Chinchilla de Montearagón, Ciudad Rodrigo, Donostia, Elx, Gijón, Granada, Guadalajara, Huesca, Iruña, Jerez, La Bañeza, Lasarte-Oria, León, Madrid, Mérida, Miranda de Ebro, Motril, Ontinyent, Oviedo, Pilar de la Horadada, Pineda de Mar, Pontevedra, Pozuelo de Alarcón, Rivas, Sagunt, Salamanca, San Pedro del Pinatar, Santa Perpetua, Santander, Tarragona, Toledo, Villar, Vigo, Zaragoza).

Meanwhile, the companies and the official press keep silent.

Anarcho-syndicalists claim for the fired worker reinstatement and the end of workers trafficking. In addition, they inform of Santander Group outrages (hundreds of firings, tax evasion, irregular purchasing of banks, multi-million severance packages for managers, the case of the Swiss bank accounts of the Botín family, sale of junk mortgages and assets, evictions and real estate speculation, charging of abusive interest rates, shady dealing with universities, participation in arms companies or in financial management of the spanish penitenciary system).

While there is exploitation and inequality we will stand up, united peers without subsidies or leaders. Fighting for our dignity and emancipation. Towards Social Revolution.

Photos here: http://informaticamadrid.cnt.es/articulo/16-09-2014/great-anarcho-syndic...

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Communiqué on the Death of Emilio Botin

Jue, 11/09/2014 - 13:48

We strongly condemn what we consider to be the terrorist acts of the Santander group, such as the semi-slave working conditions of thousands of workers not recognized by Isban, the selling of junk bonds and mortgages, investment in arms, tax evasion, etc.

These practices have ultimately ended in the death of a decrepid old man of 79 who bore the "burden" of being the most powerful man in Spain and powerful abroad. All the riches in the world could not prevent him from landing up in the grave at some point.

We again demand that the business group and its recently appointed new management stop its exploiting activities. We hope that the day of action tomorrow, Sept. 11, will force them to meet our demands.

Long live anarchosyndicalism! Death to the State and Capital!

Union Section in Isban andPanel Sistemas

IT and Telecommunications Union
CNT-AIT Madrid

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Comunicado ante la muerte de Emilio Botín

Jue, 11/09/2014 - 13:37

Condenamos firmemente lo que consideramos actos terroristas del grupo Santander, como el régimen de semi-esclavitud al que someten a decenas de miles de trabajadores no reconocidos por Isban, la venta de hipotecas y valores basura, las inversiones en armamento, la evasión fiscal, etc.

Estas prácticas han terminado por ocasionar la muerte por ataque al corazón del decrépito anciano de 79 años que soportaba la "carga" de ser el más poderoso de España y parte del extranjero. Todas sus riquezas no han podido evitar que pasara del banco a la caja en un momento.

Exigimos de nuevo al grupo empresarial, y a su recién renovada directiva, que cesen en sus actividades explotadoras. Esperamos que la jornada de acción directa de mañana 11 de septiembre suponga su derrota definitiva frente a nuestras exigencias.

¡Viva la anarcosindical! ¡Muera el estado y el capital!

Sección sindical en Isban y Panel Sistemas

Sindicato de Telecomunicaciones y Servicios Informáticos

CNT-AIT Madrid

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Marx, Bakunin y la Primera Internacional

Dom, 07/09/2014 - 16:14

Las diferentes posiciones que representaban Carlos Marx y Miguel Bakunin sobre qué debía ser y cómo organizarse el naciente movimiento obrero no sólo marcaron el propio desarrollo de la Primera Internacional, de la Asociación Internacional de Trabajadores (AIT) sino también fue expresión de las dos grandes líneas que, en adelante, marcarían la trayectoria del obrerismo.

Una es la denominada política y autoritaria del socialismo marxista primero, la socialdemócrata de la IIª Internacional después y, finalmente, la comunista de la IIIª Internacional auspiciada por la Unión Soviética y su apéndice la Internacional Sindical Roja. La otra es la antiautoritaria, colectivista primero, anarco-comunista después, sindicalista revolucionaria más tarde y, finalmente, anarcosindicalista. La organización internacional de esta segunda línea fue la AIT. La creada en 1864 y la reconstruida en Berlín a finales de 1922.

El enfrentamiento ha pasado a la historia centrado en las figuras de dos los máximos representantes de cada una de las corrientes hasta el punto que se le atribuye un papel fundamental en la decadencia y extinción de la primera AIT. Hoy es motivo de numerosos escritos en los que las filias y las fobias se reparten por parte iguales, dependiendo de quién empuñe la pluma o aporree el teclado. Basta con echar una mirada por las Web.

Como suele ocurrir en estos casos, y más con organizaciones de por medio, los colores de cada uno no son exclusivamente blancos o negros. Más bien recorren todas las tonalidades de grises del pantone. Es decir, que si se acusa a los bakuninistas de realizar todo tipo de intrigas y ataques personales, tampoco se quedarían a la zaga las que se podrían enarbolar contra los marxistas. Tampoco escapan a este hecho la perspectiva doctrinal o la de los análisis de los acontecimientos que vivieron. Tan cierto como que este 2014 es el del ducentésimo aniversario del nacimiento de Bakunin es también el centésimo quincuagésimo de la fundación de la AIT en Londres.

Así pues, partiendo de este principio, podemos enfocar el enfrentamiento Marx-Bakunin desde una triple perspectiva: el contexto en el que se produjo el nacimiento del obrerismo organizado; sus personalidades y la influencia de cada uno de sus planteamientos en la evolución del movimiento obrero.

El contexto

La AIT fue el primer intento de crear una organización internacional obrera. La culminación de un largo proceso cuyas raíces se pueden remontar a treinta años antes. Su creación es la expresión de la toma de conciencia como grupo social de los trabajadores y cuyo seno existían diversas corrientes, tendencias y tradiciones. Desde los comunistas continentales a sindicalistas británicos, pasando por garibaldinos o mazzinianos italianos. También estuvieron presentes organizaciones ya existentes e individualidades. A todos les unió la idea, expresada por Marx en su conocido manifiesto de 1848, que sintetiza la frase: ¡Proletarios de todos los países, uníos! Es decir, se rompían las ataduras anteriores con las organizaciones burguesas y hacerles frente de forma internacional. El mundo obrero iba a contar con su propia organización. De ahí la expectación, y el temor, con que fue recibida.

Desde el primer momento se percibieron las diferencias entre los planteamientos representados por Marx, que logró el control de la organización a través de su Consejo General con residencia en Londres, y los anti-autoritarios, fundamentalmente los grupos franceses de orientación proudhoniana. Si la corriente marxista se apoyaba en la sección de la todopoderosa social democracia alemana, a partir de 1868 sus opositores contaron con la presencia de Bakunin que, junto a su Alianza Internacional de la Democracia Socialista, entró a formar parte de la Internacional.

La AIT apareció, no por casualidad, en un contexto de crisis y ambiente bélico. En 1870 Francia y Prusia entraron en guerra. La derrota de la Francia de Napoleón III originó la proclamación de la III República y, en marzo de 1871, la Comuna parisina. Fueron hitos, hubo otros como el caso del ruso Nechayev, en los que se plasmaron las diferencias interpretativas y de acción entre ambas corrientes. Las protagonizaron cuestiones como la defensa de la patria por los marxistas y el pan eslavismo de Bakunin, el papel de la Comuna y su oportunidad. Llovía sobre mojado. En 1869, en el congreso de Basilea, ya se habían enfrentado en torno a la cuestión de la participación obrera en la política y la creación de un partido obrero. Las acusaciones de aventurerismo y autoritarismo se reprodujeron.

En 1872 la AIT se reunió en La Haya y la corriente marxista logró que los bakuninistas fueran defenestrados. La escisión estaba servida. Ese mismo año los expulsados se reunieron en Saint Imier. Poco recorrido tuvieron ambas internacionales. La marxista, que había trasladado el Consejo General a Nueva York, en un intento por mantenerlo bajo su control, llevó una vida lánguida hasta su desaparición formal en 1876. La bakunista tampoco tuvo muchas más vida. En 1877 celebró su último encuentro en Gante.

Marx y Bakunin

Ciertamente la vida de las sociedades responde a causas estructurales y situaciones coyunturales. Pero no hay que olvidar que la protagonizan hombres y mujeres y que su personalidad y forma de actuar tienen su propio papel. Que se simbolicen en Carlos Marx y Miguel Bakunin las diferencias doctrinales y organizativas del primer movimiento obrero no es, por tanto, una mera transposición de una historia de “grandes personajes” sean reyes, políticos o dirigentes obreros. Existían diferencias ideológicas y organizativas, pero también intervinieron sus caracteres, cuestiones personales, orígenes y prejuicios culturales.

Parece que se conocieron en 1844 en París donde mantuvieron una buena relación aunque no llegaron a intimar. Resultaba difícil que lo hicieran un idealista sentimental y un científico doctrinario. Pronto sus diferencias aparecieron. En 1848 les enfrentó las sublevaciones eslavas contra el dominio germánico. El ruso y el alemán desenterraron sus hachas de guerra. Marx acusó a Bakunin de “agente ruso” y el segundo al primero de pan germánico y “corrompido por el poder”. Pasaron más de tres lustros hasta que se volvieran a ver y las diferencias continuaron ahora en el seno de la AIT. El intelectual y el hombre de acción volvían a enfrentarse.

Dos fuertes personalidades que luchaban por hacer valer sus criterios y que influían en sus correligionarios. De ahí el papel que tuvieron las noticias sobre las actividades de unos y otros para el desarrollo del movimiento obrero. No es que fueran las más importantes pero sí tuvieron su papel. En torno a sus actuaciones, a sus personas, circularon todo tipo de rumores, informaciones y contra- informaciones. Incluida la lucha por el control y orientación de la AIT. La marcha de la historia no es algo inevitable ajena a quienes la protagonizan.

Tampoco hay que olvidar que ambos son “hombres” antes que “figuras históricas” que representaban tendencias. Sus actuaciones no pueden ser vistas desde la óptica de la verdad absoluta o de un signo de identidad eterno. Ni siquiera desde la perspectiva de las consecuencias de sus planteamientos. Seguramente tuvieron su papel sus propias incertidumbres y pasión. Como hoy, se encontraban en una encrucijada a la que se enfrentaban mediante propuestas y proyectos.

Los caminos del obrerismo

Pero más allá de personalismos y coyunturas lo que subyacía en el debate entre marxistas y bakuninistas era el modelo y los caminos por los que iba a transitar el naciente internacionalismo obrero. De un lado el centralista y político del Consejo General londinense controlado por Marx. De otro, el defensor de la autonomía de las secciones, el federalista y contrario a la creación de partidos obreros propuesto por Bakunin. Una lucha que terminaría condicionando incluso la propia existencia de la AIT. El primero buscaba la conquista del poder político para implantar el socialismo con un periodo transitorio de “dictadura del proletariado”. El segundo deseaba la destrucción del poder político y propugnaba la abstención y la no participación en ese campo.

Por debajo de estas diferencias finalistas y organizativas subyacían otras. En primer lugar el puesto que ocuparía “la autoridad”. Para Marx era una garantía de eficacia. Para Bakunin una forma de perpetuar el control de los hombres. En segundo lugar está el papel otorgado a los diferentes grupos sociales como sujetos revolucionarios. Para los primeros era la clase trabajadora, el proletariado quien protagonizaría el proceso a través de la acción organizada bajos los presupuestos científicos del materialismo dialéctico, una doctrina que refleja los intereses de la clase obrera. Para los bakuninistas, el campesinado también tenía un papel que jugar y la acción, individual y colectiva, competía con los principios “científicos”. Pero no sólo los campesinos, sino también individuos pertenecientes a otros grupos sociales. Frente a la ideología de clase marxista, el anarquismo enfatizaba en el papel del individuo.

Bakunin murió en julio de 1876 en Berna y Marx en Londres en marzo de 1883. Hoy, 150 años después de la creación de la AIT tenemos perspectiva suficiente para hacer un balance. En primer lugar que, finalmente, terminaron prevaleciendo mayoritariamente los planteamientos marxistas en el sindicalismo europeo. La acción política fue derivando hasta su actual situación marginal. Cuando tuvieron la oportunidad de ocupar el Estado, como en Rusia en 1914, terminaron desarrollando un totalitarismo exterminador. En segundo lugar que, donde los planteamientos bakunistas prevalecieron, como en España, el asociacionismo obrero continuó siendo el catalizador revolucionario que protagonizó la revolución española de 1936-1939.

José Luis Gutierrez Molina | Periódico CNT

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MARKSO, BAKUNIN KAJ LA UNUA INTERNACIO

Dom, 07/09/2014 - 16:08

La malsamaj opinioj reprezentitaj de Karlo Markso kaj Mihail Bakunin pri tio, kio devus esti kaj kiel organizi la naskiĝantan laboristan movadon ne nur signis la propran disvolviĝon de la Unua Internacio, de la Internacia Laborista Asocio (ILA), sed ankaŭ estis esprimo de la du grandaj tendencoj, kiuj poste signos la vojon de la laborismo.

Unu estas la tiel nomita politika kaj aŭtoritatema tendenco de la socialismo, unue marksisma, poste socialdemokrata de la 2a Internacio, poste kaj fine, komunisma de la 3a Internacio, subtenita de Sovetio kaj ties subulo, la Ruĝa Sindikata Internacio. La alia estas la kontraŭaŭtoritatema, kolektivisma unue, anarkikomunisma poste, revolucia sindikatisma pli malfrue, kaj fine anarkisindikatisma. La internacia organizo de ĉi tiu dua tendenco estis ILA. Kreita je 1864 kaj rekonstruita en Berlino fine de 1922.

La kontraŭstaro pasis al la historio centrita ĉirkaŭ la figuroj de du el la maksimumaj reprezentantoj de ambaŭ tendencoj, ĝis tia grado, ke oni atribuas al ĝi ĉefan rolon pri la dekadenco kaj neniigo de la unua ILA. Nuntempe ĝi estigas multnombrajn verkojn en kiuj la estimojn kaj la malestimojn oni disdonas laŭ egalaj partoj, depende de la aŭtoro. Sufiĉas ekrigardi interreton.

Kiel kutimas okazi en ĉi tiuj aferoj, kaj pli temante pri organizoj, la koloroj de ĉiu ne nur estas blankaj aŭ nigraj. Ili pli ĝuste trairas ĉiujn gamojn de grizaj el la koloraro. Tio estas, ke se oni akuzas la bakuninistojn realigi ĉiun tipon de intrigoj kaj personaj atakoj, ankaŭ oni povas akuzi la marksistojn realigi la samajn praktikojn. Same okazas kun la doktrina perspektivo aŭ la analizo pri la okazintaj faktoj. Tiel ĉi tiu 2014 estas la 200a datreveno de la naskiĝo de Bakunin, kaj ankaŭ estas la 150a datreveno de la fondiĝo de ILA en Londono.

Tiel do, el ĉi tiu komenco, ni povas studi la kontraŭstaron Markso-Bakunin el triobla vidpunkto: la kunteksto en kiu okazis la naskiĝo de la organizita laborismo, iliaj personecoj kaj la influo de iliaj proponoj en la evoluo de la laborista movado.

La kunteksto

ILA estis la unua provo krei laboristan internacian organizon, la kulmino de longa proceso, kies radikojn oni povas trovi tridek jarojn antaŭe. Ĝia kreo estas la esprimo de la konsciiĝo, kiel socia grupo, de la laboristoj kaj en ĝia interno ekzistis diversaj grupoj, tendencoj, tradicioj. De la kontinentaj komunistoj ĝis la britaj sindikatistoj, sen forgesi la italaj garibaldi-anoj aŭ mazzini-anoj. Ankaŭ ĉeestis organizoj jam ekzistantaj kaj unuopuloj. Ĉiujn kunigis la ideo, esprimita de Markso en lia konata manifesto de 1848, sintezita de la frazo: Proletoj el ĉiuj landoj, kuniĝu! Tio estas, rompiĝis la antaŭaj ligoj kun la burĝaj organizoj kaj oni internacie alfrontis ilin. La laborista mondo havos sian propran organizon. Tial la spektemo kaj la timo kun kiuj ĝi estis ricevita.

De la unua momento oni rimarkis la diferencojn inter la proponoj reprezentitaj de Markso, kiu atingis la gvidadon de la organizo per ĝia Ĝenerala Konsilantaro kun restadejo en Londono, kaj la kontraŭaŭtoritatemuloj, precipe la francaj grupoj de prudona orientiĝo. Se la marksisma tendenco baziĝis sur la sekcio de la ĉiopova germana socialdemokratio, depost 1868 ĝiaj oponantoj kalkulis je la ĉeesto de Bakunin, kiu kune kun sia Internacia Alianco de la Socialisma Demokratio aliĝis al la Internacio.

ILA ne hazarde aperis en kunteksto de krizo kaj milita medio. Je 1870 Francujo kaj Prusujo ekmilitis. La malvenko de Francujo de Napoleono la 3a estigis la proklamon de la 3a Respubliko kaj, en marto de 1871, la parizan Komunumon. Estis limŝtonoj, estis aliaj, kiel tiu de la rusa Neĉajev, en kiuj konkretiĝis la interpretaj diferencoj pri la agado inter ambaŭ tendencoj. Ilin ĉefrolis aferoj, kiel la defendo de la patrujo fare de la marksistoj kaj la tutslavismon de Bakunin, la rolo de la Komunumo kaj ties ŝanco. Ne estis la unua fojo. Je 1869, dum la kongreso de Bazelo, ili jam kontraŭstaris unu la alian pri la afero de la laborista partopreno en politiko kaj la kreo de laborista partio. La akuzoj de aventuremo kaj aŭtoritatemo ripetiĝis.

Je 1872 ILA kunvenis en Hago kaj la marksisma tendenco sukcesis, ke la bakuninistoj estu forpelitaj. La rompo estis finfarita. Samjare la forpelitoj kunvenis en Saint-Imiero. Malmultan estonton havis ambaŭ internacioj. Tiu marksisma, kiu translokis la Ĝeneralan Konsilantaron en Nov-Jorkon, klopodante teni ĝin sub sia kontrolo, malvigle postvivis ĝis sia formala malapero je 1876. La bakuninisma ankaŭ ne havis multe pli da vivo. Je 1877 okazis ĝia lasta kunveno en Gento.

Markso kaj Bakunin

Certe la vivo de la socioj dependas de strukturaj kialoj kaj cirkonstancaj situacioj. Tamen oni ne devas forgesi, ke gehomoj ĉefrolas ilin kaj, ke ilia personeco kaj agmaniero havas sian propran rolon. Ke oni simboligas per Karlo Markso kaj Mihail Bakunin la doktrinajn kaj organizajn diferencojn de la unua laborista movado ne estas, sekve, nura kopio de historio pri «gravuloj», estu reĝoj, politikistoj aŭ laboristaj estroj. Ekzistis ideologiaj kaj organizigaj diferencoj, sed ankaŭ intervenis iliaj karakteroj, personaj aferoj, originoj kaj kulturaj antaŭjuĝoj.

Ŝajnas, ke ili konatiĝis je 1844 en Parizo, kie ili bone rilatiĝis kvankam ne amikiĝis. Logike ĉar unu estis sentimentala idealisto kaj la alia doktrinema scienculo. Frue iliaj diferencoj aperis. Je 1848 ili kontraŭstaris pro la slavaj ribeloj kontraŭ la germana regado. La ruso kaj la germano elterigis siajn milithakilojn. Markso akuzis Bakunin-on de «rusa agento» kaj la dua la unuan de tutgermana kaj «koruptita de la povo». Pasis pli ol tri jarkvinoj ĝis kiam ili denove rekontiĝis kaj la diferencoj daŭris nun ene de ILA. La intelektulo kaj la agemulo denove kontraŭstaris.

Du fortaj unuopuloj, kiuj luktis por altrudi siajn kriteriojn kaj influis siajn samideanojn. Tial la rolo, kiun havis la novaĵoj pri la aktivecoj de unuj kaj aliaj por la disvolviĝo de la laborista movado. Ili ne estis la plej gravaj sed ja havis sian rolon. Ĉirkaŭ iliaj agadoj, iliaj personoj, kuris ĉiu tipo de onidiroj, informoj kaj kontraŭinformoj. Inkluzivita la lukto pro la gvidado kaj orientigo de ILA. La marŝo de la historio ne estas io nepre fremda al siaj ĉefroluloj.

Ankaŭ oni ne devas forgesi, ke ambaŭ estas «viroj» antaŭ ol «historiaj figuroj», kiuj reprezentis tendencojn. Iliajn agadojn oni ne povas vidi de la vidpunkto pri la absoluta vero aŭ pri signo de eterna identeco. Eĉ ne de la vidpunkto pri la konsekvencoj de iliaj proponoj. Verŝajne ludis siajn rolojn iliaj propraj necertecoj kaj pasio. Kiel nuntempe, ili lokiĝis en vojkruciĝo, kiun ili alfrontis per proponoj kaj projektoj.

La vojov de la laborismo

Sed super la personismoj kaj cirkonstancaroj tio, kio subkuŝis en la debato inter marksistoj kaj bakuninistoj estis la modelo kaj la vojoj sur kiuj disvolviĝos la naskiĝanta laborista internaciismo. Unuflanke, la centralizisma kaj politika de la londona Ĝenerala Konsilantaro gvidita de Markso. Aliflanke, la defendanta de la sendependenco de la sekcioj, la federaciisma kaj kontraŭa al la kreo de laboristaj partioj proponita de Bakunin. Lukto, kiu finfine eĉ kondiĉus la propran ekziston de ILA. La unua serĉis la konkeron de la politika potenco por enplanti la socialismon kun transira periodo de «diktaturo de la laboristaro». La dua deziris la detruon de la politika potenco kaj defendis la sindetenon kaj la nepartoprenon en tiu kampo.

Sub ĉi tiuj porcelaj kaj organizaj diferencoj subkuŝis aliaj. Unue la loko, kiun okupus «la aŭtoritato». Por Marx tio estis garantio de efikeco. Por Bakunin maniero eternigi la regadon sur la homoj. Due estas la rolo atribuita al la diversaj sociaj grupoj, kiel revoluciaj subjektoj. Por la unuaj estis la laborista klaso, la laboristaro, kiu ĉefrolus la proceson per la organizita ago laŭ la sciencaj principoj de la dialektika materiismo, doktrino spegulanta la interesojn de la laborista klaso. Por la bakuninistoj, ankaŭ la kamparanoj havis ludotan rolon kaj la agado, individua kaj kolektiva, konkurencis kontraŭ la «sciencaj» principoj. Sed ne nur la kamparanoj, sed ankaŭ individuoj apartenantaj al aliaj sociaj grupoj. Fronte al la marksisma ideologio de klaso, la anarkiismo gravigis la rolon de la individuo.

Bakunin mortis en julio de 1876 en Berno kaj Markso en Londono en marto de 1883. Hodiaŭ, 150 jarojn post la

kreo de ILA ni havas sufiĉan perspektivon por fari bilancon. Unue, finfine, la marksismaj proponoj plimulte venkis en la eŭropaj sindikatoj. La politika ago iom post iom transformiĝis ĝis sia nuntempa marĝena situacio. Kiam ili havis la ŝancon okupi la ŝtaton, kiel en Rusujo je 1917, finis disvolvante eksterman totalismon. Due, kie la bakuninismaj proponoj venkis, kiel en Hispanujo, la laborista asociemo daŭre estis la revolucia instiganto, kiu ĉefrolis la hispanan revolucion de 1936-1939.

José Luis Gutierrez Molina | Periódico CNT

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Nevyplácanie mzdy a príklad pracovnej agentúry LNY

Jue, 21/08/2014 - 09:57

V polovici minulého roka nás vďaka kampani Ideš na brigádu? kontaktoval bezradný brigádnik agentúry LNY s tým, že agentúra mu dlhuje výplatu. Podľa zmluvy mali byť peniaze vyplatené najneskôr 30 dní po vykonaní sprostredkovanej práce, no svojich 150 eur nedostal ani po dvoch mesiacoch. Išlo pritom o zásadnú sumu nevyhnutnú na zaplatenie účtov a prežitie. Agentúra odmietala komunikovať, neodpovedala na maily ani telefonáty. S brigádnikom sme sa stretli, aby sme sa o situácii dozvedeli viac a spoločne dohodli prípadné kroky k získaniu dlžných peňazí. Ako to dopadlo a zopár informácií o agentúre LNY, približuje článok.

Ak je problém, treba konať priamo

V prvom rade treba povedať, že podobnú skúsenosť má s agentúrou LNY viacero ľudí. Brigádnik, s ktorým sme boli v kontakte my, sa po nekonečných vyvolávaniach do agentúry nakoniec dovolal, no pracovníčka LNY mu iba oznámila, že peniaze nedostane, lebo majú problémy s objednávateľom práce. Aj preto sa brigádnik napokon rozhodol obrátiť na inšpektorát práce a políciu, keďže nevyplatenie mzdy je trestný čin. Lenže nepomohlo ani to. Dozvedel sa akurát, že na LNY je podaných viacero trestných oznámení, ktoré však polícia uzavrela tak, že firma nemá peniaze od objednávateľov, a preto sa nevyplácanie brigádnikov dá považovať za akceptovateľné (resp. že nie je dôvod na začatie trestného stíhania, pretože v konaní páchateľa nebol preukázaný úmysel).

Brigádnik v tejto nepríjemnej situácii síce konal, no uprednostnil nepriame formy aktivít. Vložil nádej do úradov, a keď zistil, že touto cestou nič nedosiahne, upustil aj od uskutočnenia spoločných protestných akcií s Priamo akciou, ktorými sa skôr dalo dosiahnuť vyplatenie dlžnej sumy.

Koncom roka 2013 sa PA ozval ďalší brigádnik, ktorý tiež pracoval pre LNY. Ani jemu nevyplatila agentúra všetky peniaze za prácu, no situáciu vyriešil po svojom a úspešne bez akýchkoľvek úradov. Jeho skúsenosť si môžeš prečítať tu.

Rozhodli sme sa teda viac si posvietiť na LNY a upozorniť ďalších pracovníkov nielen na to, že je možné si vydobyť peniaze, ale aj na to, aby zvážili prácu pre LNY.

LNY - „Nie sme štandardná agentúra

Ak máme posudzovať štandard podľa toho, či firma vypláca za vykonanú prácu, tak LNY na svojom webe neklame, keď tvrdí, že nie je štandardná agentúra. Sťažnosti od nahnevaných ľudí, ktorí doteraz nevideli svoju výplatu, sa objavili aj na facebooku a dokonca aj v médiách.

Nevyplatenie mzdy a zákony

Zákonník práce hovorí, že zamestnávateľ je povinný vyplácať zamestnancovi mzdu (§ 129 ods. 1) v termíne dojednanom v pracovnej alebo kolektívnej zmluve. Ak termín nie je dojednaný, mzda je splatná pozadu za mesačné obdobie najneskôr do konca nasledujúceho kalendárneho mesiaca. Toto ustanovenie platí rovnako pre bežných zamestnancov aj pre brigádnikov.

Ak zamestnávateľ mzdu nevyplatí včas alebo vôbec, z právneho hľadiska má zamestnanec niekoľko možností:

  1. Môže sa domáhať zaplatenia mzdy (aj úrokov z omeškania a náhrady súdnych trovov podľa § 172 a nasledujúcich Občianskeho súdneho poriadku) v občiansko-právnom konaní. Konkrétne môže podať návrh na vydanie platobného rozkazu (a prípadne aj žalobu), pričom súd vydá platobný rozkaz voči dlžníkovi v lehote 10 pracovných dní. Ak sa zamestnávateľ voči takémuto konaniu do 15 dní ohradí (podá odpor) alebo nevyplatí požadovanú sumu, začne sa súdne konanie, ktoré môže trvať niekoľko mesiacov až rokov.
  2. Môže podať trestné oznámenie na polícii, keďže nevyplatenie mzdy je trestným činom (§ 214 Trestného zákona). Polícia však môže rozhodnúť, že „nie je dôvod na začatie trestného stíhania“, keďže nevyplatenie mzdy je trestným činom iba vtedy, keď zamestnávateľ nevypláca mzdy napriek tomu, že finančné prostriedky má. Ako vidieť aj z tohto prípadu, niekedy stačí, keď sa štatutár firmy začne vyhovárať, že by brigádnika naozaj rád vyplatil, ale nemá z čoho, a polícia celý prípad zmetie zo stola.
  3. Navyše môže zamestnanec okamžite skončiť pracovný pomer (§ 69 ods. 1 písm. b ZP) do 15 dní po uplynutí splatnosti mzdy (avšak iba do jedného mesiaca odo dňa, keď sa o dôvode na okamžité skončenie pracovného pomeru dozvedel). Pracovný pomer sa končí dňom, kedy bolo okamžité skončenie pracovného pomeru doručené zamestnávateľovi. V prípade brigádnikov však tento krok má len čiastočné opodstatnenie, keďže dohodu o brigádnickej práci študentov možno ukončiť aj jednostrannou výpoveďou s 15-dennou výpovednou lehotou a pri práci cez brigádnické agentúry podobné LNY stačí jednoducho ponúkané brigády odmietať.

Získaj späť svoje peniaze

Opísali sme dva prípady, kde pracovníci konali odlišne, čo sa podpísalo pod dosiahnuté výsledky. V jednom prípade bola aktivita v konečnom dôsledku na strane pracovníka. Peniaze dostal. V druhom prípade pracovník sa pracovník spoľahol na políciu. Peniaze doteraz nedostal.

Je na samotných pracovníkoch, akým spôsobom sa pokúsia vyriešiť svoje problémy. My odporúčame konať kolektívne a priamo. Človek dokáže viac, keď sa má na koho obrátiť a nie keď je sám.

Ak máš problém v práci a chceš ho riešiť s Priamou akciou, najlepšie je ozvať sa a dohodnúť si stretnutie, aby sme mohli problém prediskutovať a spoločne s tebou pripraviť stratégiu. Vďaka skúsenostiam s podobnými aktivitami môžeme vyvinúť väčší tlak na šéfov.

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Upozorni na Problémy v práci

Jue, 21/08/2014 - 09:54

Na frekventovaných miestach Bratislavy sa v posledných dňoch objavili plagáty a nálepky, upozorňujúce na aktivitu zväzu Priama akcia s názvom „Problémy v práci“. Ak by si chcel/a aj ty pomôcť s propagáciou v Bratislave a okolí alebo máš problémy na pracovisku, budeme radi, ak sa ozveš na niektorý z našich kontaktov: priamaakcia.sk/kategoria/o-nas-kontakt/.

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One year of direct action against Santander Bank

Mié, 20/08/2014 - 21:35

A CNT union section was formed in Isban-Santander Bank on August 19th, 2013 at Madrid. This group of precarious workers denounced illegal trafficking of staff from Panel Sistemas to Isban.

More than 10,000 workers around the world are affected. They are not considered Isban workers, although they work for Isban in its facilities, with their tools and under their managers' orders.

Panel Sistemas and dozens of "meat traders" companies benefit from workers renting. This way, Santander Bank has free sacking whenever they want.

This makes workers ACCEPT free overtime, neverending working days, and depreciated salaries.

After several weeks of fight in the company, the CNT delegate is fired by Isban-Santander Bank and sent to work at Panel Sistemas offices. The conflict spreads thanks to the solidarity of the International Workers Association.

During six months, Panel Sistemas managers KEEP pressing the worker at his new workstation, trying to make him stop claiming for decent working conditions for the staff. At the street, an international boycott campaign against Isban, Santander Bank and Panel Sistemas is supported by dozens of revolutionary unions worldwide.

An assembly of independent workers is formed in Panel Sistemas to protest against the salaries decrease. Just after this, the CNT union delegate is definitively fired because of economic causes.

Despite this repressive attack, the boycott campaign KEEPS growing. Actions take place in 13 different countries (Spain, Portugal, France, UK, Germany, Norway, Poland, Slovakia, Russia, Brazil, Argentina, Uruguay and the United States of America).

Dozens of pickets and actions are carried out inside the spanish state (Albacete, Alcorcón, Alicante, Aranda de Duero, Aranjuez, Arnedo, Ávila, Barcelona, Boadilla del Monte, Boñar, Burgos, Cádiz, Camp de Morvedre, Candás, Chinchilla de Montearagón, Ciudad Rodrigo, Donostia, Elx, Gijón, Granada, Guadalajara, Huesca, Iruña, Jerez, La Bañeza, Lasarte-Oria, León, Madrid, Mérida, Miranda de Ebro, Motril, Ontinyent, Oviedo, Pilar de la Horadada, Pineda de Mar, Pontevedra, Pozuelo de Alarcón, Rivas, Sagunt, Salamanca, San Pedro del Pinatar, Santa Perpetua, Santander, Tarragona, Toledo, Villar, Vigo, Zaragoza).

Meanwhile, the companies and the official press KEEP silent.

Anarcho-syndicalists claim for the fired worker reinstatement and the end of workers trafficking. In addition, they inform of Santander Group outrages (hundreds of firings, tax evasion, irregular purchasing of banks, multi-million severance packages for managers, the case of the Swiss bank accounts of the Botín family, sale of junk mortgages and assets, evictions and real estate speculation, charging of abusive interest rates, shady dealing with universities, participation in arms companies or in financial management of the spanish penitenciary system).

Recently, new protests were done in places like Santiago (Chile), where groups of friends of the International Workers Association are spreading anarcho-syndicalist actions and ideas.

In places like Madrid, Mérida, Boñar and Villar (León) supportive graffities appeared on the bank branches' walls.

A new international day of action is scheduled for the next September, 11th in order to force the worker reinstatement before the trial, that is set for September, 29th.

While there is exploitation and inequality we will stand up, united peers without subsidies or leaders. Fighting for our dignity and emancipation. Towards Social Revolution.

RIGHTS ARE WON THROUGH STRUGGLE

Sección sindical en Isban y Panel Sistemas

Sindicato de Telecomunicaciones y Servicios Informáticos

CNT-AIT Madrid

http://informaticamadrid.cnt.es/

http://informaticamadrid.cnt.es/seccion/isban

isban[arroba]cnt.es

#KOalSantander

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Un año de acción directa contra Banco Santander

Mié, 20/08/2014 - 21:31

El 19 de agosto de 2013 se constituía la sección sindical de la CNT-AIT en Isban-Banco Santander. Esta agrupación de trabajadoras precarias se atrevía a denunciar pública y judicialmente la cesión de trabajadores entre Panel Sistemas (empresa "cárnica" de servicios informáticos) e Isban (propiedad del todopoderoso Grupo Santander).

El tráfico de mano de obra afecta a cerca de 10.000 trabajadoras de Isban en todo el mundo, que no son reconocidas como empleadas del Grupo Santander pese a trabajar en sus instalaciones, con sus materiales y bajo las órdenes de su directiva.

Panel Sistemas y decenas de empresas "cárnicas", se lucran alquilando trabajadoras como si fueran mercancías o, como ellas mismas denominan, "recursos". De esta forma los despidos le salen prácticamente gratis al Grupo Santander.

Esto genera un clima de miedo al despido que facilita que se acepte la realización de horas extra gratuitas, jornadas de trabajo interminables, desplazamientos obligatorios (incluso al extranjero), categorías y salarios por debajo de las funciones desempeñadas, así como la sumisión absoluta a la incompetente jerarquía de Isban-Banco Santander.

Tras varias semanas de lucha en la empresa, el delegado de la sección de la CNT-AIT es despedido por Isban-Banco Santander y enviado a trabajar a las oficinas de Panel Sistemas. Esto provoca que el conflicto se extienda, incluso a otros países, gracias a la solidaridad de la Asociación Internacional de Trabajadores.

Durante 6 meses la directiva de Panel Sistemas mantiene la presión hacia el trabajador en su nuevo puesto de trabajo, intentando que abandone la empresa y que cese la reivindicación de mejoras para la plantilla. En la calle continúan las acciones contra Isban, Banco Santander y Panel Sistemas, que sufren una campaña de boicot internacional en la que participan decenas de sindicatos revolucionarios de todo el planeta.

Tras la constitución de una asamblea independiente de trabajadoras de Panel Sistemas que protestan contra los recortes de salario, el delegado de la CNT-AIT es definitivamente despedido bajo la excusa de una mala situación económica.

Pese a este golpe represivo la campaña de boicot se intensifica, llegando a realizarse acciones solidarias de difusión en hasta 13 países diferentes (España, Portugal, Francia, Reino Unido, Alemania, Noruega, Polonia, Eslovaquia, Rusia, Brasil, Argentina, Uruguay y Estados Unidos de América).

Las concentraciones y acciones dentro del estado español se cuentan por docenas (Albacete, Alcorcón, Alicante, Aranda de Duero, Aranjuez, Arnedo, Ávila, Barcelona, Boadilla del Monte, Boñar, Burgos, Cádiz, Camp de Morvedre, Candás, Chinchilla de Montearagón, Ciudad Rodrigo, Donostia, Elx, Gijón, Granada, Guadalajara, Huesca, Iruña, Jerez, La Bañeza, Lasarte-Oria, León, Madrid, Mérida, Miranda de Ebro, Motril, Ontinyent, Oviedo, Pilar de la Horadada, Pineda de Mar, Pontevedra, Pozuelo de Alarcón, Rivas, Sagunt, Salamanca, San Pedro del Pinatar, Santa Perpetua, Santander, Tarragona, Toledo, Villar, Vigo, Zaragoza).

Mientras tanto, las empresas y la prensa oficial guardan un asombroso silencio al respecto.

La anarcosindical exige la readmisión del trabajador despedido en su puesto de trabajo y el fin del tráfico de trabajadoras. Además informa de los "trapicheos" y desmanes del Grupo Santander (centenares de despidos, evasión de impuestos, compra irregular de bancos como Banesto o Totta, hundimiento y posterior rescate de Bankia, indemnizaciones millonarias a cargos directivos, el caso de las cuentas suizas de la familia Botín, la venta de hipotecas y valores basura, los desahucios y la especulación inmobiliaria, el cobro de intereses abusivos, los negocios turbios con universidades, la participación en empresas de armamento o la gestión financiera del terrible sistema penitenciario español).

Recientemente, nuevas protestas se han sucedido en lugares como Santiago de Chile, donde grupos de amigos de la Asociación Internacional de Trabajadores extienden las acciones e ideas anarcosindicalistas.

También en localidades como Mérida, Madrid, Boñar y Villar (León) pudieron leerse mensajes de solidaridad escritos en las paredes de las sucursales bancarias de la ciudad.

Una nueva jornada de lucha internacional está PROGRAMADA para el próximo 11 de septiembre, de cara a forzar la readmisión del trabajador despedido en su puesto de trabajo antes de que se celebre el juicio, previsto para el 29 de septiembre.

Mientras exista explotación y desigualdad vamos a dar la cara, unidas entre iguales y sin subvenciones ni dirigentes de ningún tipo. En lucha por nuestra dignidad y emancipación. Hacia la Revolución Social.

LOS DERECHOS SE CONQUISTAN LUCHANDO

Sección sindical en Isban y Panel Sistemas

Sindicato de Telecomunicaciones y Servicios Informáticos

CNT-AIT Madrid

http://informaticamadrid.cnt.es/

http://informaticamadrid.cnt.es/seccion/isban

isban[arroba]cnt.es

#KOalSantander

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